Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos.
13 de mai. de 2012
Eu, você, nós!
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Que apesar dos apesares, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. Caio Fernando de Abreu
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