28 de out. de 2012

AMOR, um vírus benéfico e sem cura


O amor é a alegria em meio ao caos. Amor é deitar morrendo de sono, afastando o mundo inteiro, mas levantar quando o celular treme e você sabe que é uma SMS da pessoa amada. Amor faz o sono passar, faz o sorriso brilhar e se espalhar pelo mundo. O amor um vírus benéfico e sem cura. O amor invade qualquer coração desligado, até aqueles turrões que juram ser mais fechados do que cofres dos cassinos de Las Vegas.

Amor não é só andar de mãos dadas, mas andar no colo também. Amor é um conjunto de beijos calorosos e mordidas provocantes. Amor é abraços apertados e beliscões irritadiços. É brincar de guerra de travesseiro, empurrar dentro do mar e implicar com a barriga alheia. Amor é morrer de rir ironicamente só para irritar o outro. Amor reúne palavras doces e xingamentos sarcásticos. Amor é namorado, melhor amigo, pai e avô.

Amor é ter uma cama de casal enorme e acordar espremido no sofá enquanto via um filme qualquer na TV. Amor é ler o jornal e separar o Segundo Caderno para ela e a parte dos esportes para ele. Amor é descobrir que não existe o tempo. Uma hora juntos equivale à um segundo. Já, um segundo longe é o mesmo do que sete dias sombrios e arrastados. Amor não é tempo. Pelo contrário, amor é nem ver o tempo passar.

Amor é ver que a ligação deu caixa-postal e se preocupar como uma mãe solteira. Pode ter sido assaltada, sequestrada ou sei lá o quê. Mas o principal, amor é ter confiança para saber que celular desligado e traição não possuem nada em comum. Aliás, no dicionário do amor, traição só aparece na parte "não-amor".

Amor é jogar video-game, enquanto o outro estuda. Ou estudar juntos. Ou jogar juntos. Amor é encaixe, como legos perfeitos. Amor é tomar banho juntos porque acordaram atrasados. Ou simplesmente pelo prazer de lavar as costas um do outro. Amor é reclamar da barba que irrita o queixo e dos fios de cabelo que sobrevoam o rosto durante a noite enquanto tentavam dormir de conchinha.

Quando o "com quem" é mais importante que o "aonde", é amor.

7 de out. de 2012

Sobre escolhas e destino

Você já parou pra pensar que uma simples escolha pode afetar todo o seu futuro? 


 Hoje você escolhe usar uma blusa vermelha, sair com o cabelo sem pentear, escutar músicas melosas no seu fone de ouvido e até sair um pouco atrasada de casa. Conhece um garoto no ponto de ônibus que pergunta o que você está ouvindo e pensa só para si "Adoro garotas de vermelho. Tem personalidade forte." Ele pode vir a ser seu namorado, melhor amigo ou mais um inimigo qualquer. Suas escolhas te levaram a isso. Suas escolhas fizeram ele notar em você. Ele pode mudar sua vida. Te fazer esquecer daquele ex namorado canalha. Te fazer ter vontade de dançar sozinha pela casa. Ser seu namorado, amigo, companheiro. Vocês podem vir a se casar, ter dois filhos e um cachorro chamado Toby. E talvez se você tivesse saído 10 minutos mais cedo de casa nunca o teria conhecido.

Ficar em casa sábado a noite ou sair para um barzinho? Fazer faculdade de artes ou medicina? Comprar uma roupa ou um livro? Entrar na aula de francês ou inglês? Dar um sorriso ou encarar a vida de mal humor? Usar um vestido rodado ou uma jaqueta de couro? Pintar o cabelo de loiro ou fazer mechas coloridas? Sair para tomar sorvete em um dia de sol ou simplesmente ficar em casa? Perdoar ou guardar rancor? Cortar pessoas da sua vida ou acrescentar? Sabe, as decisões que você toma desde quando acorda até a hora em que vai dormir afetam o que você é. Afetam o seu destino.

As pessoas a quem se junta, as ideias que concretiza, os sonhos que almeja, os amigos que mantém ao seu lado, os problemas que ignora, o sorriso que perdura mesmo após um dia difícil. A vida é feita de pequenos momentos, de pequenas decisões, de escolhas que muitas vezes achamos que não irão influenciar em nada.

Então antes de sair de casa, pense, pode ser hoje que você vai encontrar o amor da sua vida na fila do banco. Em um restaurante. Na biblioteca. Em uma troca de olhares no elevador. Às vezes perdemos oportunidades incríveis porque estamos distraídas demais para notar nas pessoas "sem rosto" do nosso lado.

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